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Carta do Diretor Doutrinário

Escola Jesus Cristo, 15 de janeiro de 2019

Aos irmãos da Escola Jesus Cristo

Quero me dirigir a vocês todos na posição a qual fui constrangido a aceitar.

Reconheço que sou uma pessoa em tudo desqualificada para a função, todavia não posso abandoná-la.

No cumprimento desta, imprimimos parte de nosso modo de ver e viver a instituição. Assim, pequenas mudanças observadas na Escola Jesus Cristo, podem ser atribuídas à forma pela qual eu a vejo e sinto.

Quero esclarecer a todos que no mês de fevereiro teremos uma reunião mediúnica pública na Escola Jesus Cristo, como já ocorreu em algumas ocasiões em outro tempo.

E quero esclarecer também que mediunidade não é um fenômeno único e idêntico em todos os portadores deste dom.

Outro pressuposto para essa minha carta é que Chico Xavier não foi “um médium”, ele foi “O médium”. Todos os outros são “um médium”.

Todos nós somos espíritos encarnados e nossa constituição é: espírito-perispírito-corpo físico, instâncias diferenciadas de nosso composto encarnado. Essas instâncias se acoplam de modo harmônico para que os seus funcionamentos sejam integrados.

O médium é aquele que vive com uma facilidade maior de fragilizar os laços que integram as instâncias perispírito-corpo físico, permitindo a um espírito desencarnado transmitir informações, sensações , emoções e sentimentos ao corpo físico do médium. Assim, o médium em transe tem a ligação com o seu próprio perispírito enfraquecida para facilitar a comunicação do espírito desencarnado.

Esse leve desacoplamento do perispírito gera graus diferentes de desconforto para o médium.

As diferentes qualidades de fenômenos, isto é: físicos ou inteligentes, produzem sensações diferentes no médium e suscitam do mesmo preparações diferenciadas.

No caso das comunicações de espíritos familiares, o médium necessita de grande preparação espiritual e emocional. Ter um contato prévio, de poucos minutos, com o solicitante, produz uma sensibilização no perispírito do médium.

Ler os nomes dos solicitantes nas fichas, com os nomes e o grau de parentesco com o familiar desencarnado, de cerca de 150 registros, facilita o trabalho dos espíritos benfeitores de produzir a conexão daqueles que irão enviar as mensagens.

Essa é a regra simplificada daquele médium, que é um ser humano como os demais, Tem uma vida familiar, tem emprego, afazeres, responsabilidades, preocupações, mas, sobretudo, tem uma aspiração íntima de servir ao próximo.

As senhas são distribuídas sempre no mesmo dia da reunião, de modo a não deixar dúvidas quanto ao uso indevido de recursos tecnológicos anteriormente.

Espero que fique claro que o encontro com os solicitantes e a leitura das 150  fichas preenchidas com as únicas informações de dois nomes, imediatamente antes da sessão de psicografia não tem como suscitar possibilidades de qualquer forma de fraude. Seria humanamente impossível memorizar de 150 fichas, três informações, ou seja 450 informações no total para reproduzi-las nas comunicações.

O médium não é um mágico e nem a sessão mediúnica é um espetáculo que deve impressionar a plateia.

Nós teremos quatro representantes da sociedade civil, não-espíritas,  que testemunharão a lisura da reunião:

Dr. Elson Gomes, médico.

Dra. Adriana Filgueira, geógrafa, UFF

Dr. Leonardo Puglia, jornalista.

Dra Maria Goreth Nagime Barros, advogada.

Durante a recepção das mensagens, haverá palestras de quinze a vinte minutos intercaladas com músicas.

Haverá uma equipe responsável para atender às necessidades como toalete, atendimento de necessidades emocionais/espirituais, atendimento médico, cantina, passe magnético e esclarecimentos sobre a doutrina espírita e a mediunidade.

Uma íntima convicção me vem à alma, de que boas sementes serão aspergidas pelo Semeador neste dia, e que em vários terrenos, elas germinarão.

Que Jesus nos abençoe a todos.

Flávio Mussa Tavares

Diretor Doutrinário em exercício.

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